MEC divulga resultado do Enem 2012

O Ministério da Educação (MEC) divulgou hoje (28) o resultado final do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2012. Os participantes podem acessar os resultados individuais, mediante inserção do número de inscrição e senha ou CPF e senha no site do Enem.


Com o resultado do exame, os candidatos poderão disputar 129.279 vagas, em 3.751 cursos superiores por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Na primeira edição de 2013, 101 instituições públicas de educação superior selecionarão estudantes por meio do sistema.


As universidades têm autonomia e poderão optar entre quatro possibilidades de aproveitamento do exame como processo seletivo: como fase única, com o sistema de seleção unificada; como primeira fase; combinado com o vestibular da instituição; como fase única para as vagas remanescentes do vestibular.


Algumas instituições participantes do Sisu adotam pesos diferentes para as provas do Enem 2012. Dessa forma, quando o candidato se inscrever para curso em que a instituição adotou outros critérios para determinada prova do Enem 2012, o sistema fará automaticamente o cálculo, de acordo com as especificações da instituição, gerando uma nova nota, que será informada ao candidato.


De acordo com o MEC, é possível que o candidato tenha notas diferentes para cursos diferentes, já que as instituições participantes do Sisu podem atribuir pesos diferentes ou bônus nas provas do Enem 2012. Dessa forma, a nota do candidato pode variar de acordo com os parâmetros definidos pela instituição.


O processo seletivo do Sisu é feito em uma única etapa de inscrição e não terá vagas para cursos a distância. O candidato deve escolher até duas opções entre as vagas oferecidas pelas instituições.


O estudante interessado também deve definir se deseja concorrer às vagas de ampla concorrência, às vagas reservadas de acordo com a Lei de Cotas ou às vagas destinadas às demais políticas afirmativas das instituições.


Durante o período de inscrição, o candidato pode alterar suas opções. Será considerada válida a última inscrição confirmada. Ao final dessa etapa, o sistema seleciona automaticamente os candidatos mais bem classificados em cada curso, de acordo com as notas no Enem e eventuais ponderações (pesos atribuídos às notas ou bônus).


O processo seletivo terá duas chamadas. Caso a nota do candidato possibilite sua classificação em suas duas opções de vaga, ele será selecionado exclusivamente para a primeira opção.


O candidato que não conseguir nota para se matricular na primeira opção e for selecionado na segunda continuará concorrendo, na chamada seguinte, à primeira opção. Assim, se na chamada subsequente o candidato já matriculado na segunda opção for selecionado para a primeira (por desistência de candidatos selecionados, por exemplo), a matrícula na vaga da primeira opção implicará o cancelamento automático da matrícula efetuada anteriormente na segunda opção.


Depois das chamadas regulares do processo seletivo, o Sisu divulgará para as instituições participantes uma lista de espera, que será usada para preencher as vagas não ocupadas. Nesse caso, o candidato deve acessar o seu boletim, na página do sistema, e manifestar o interesse. Podem participar da lista, os candidatos não selecionados nas chamadas regulares e aqueles selecionados em sua segunda opção, independentemente de terem efetuado a matrícula.


A novidade deste ano está na oferta de vagas específicas para políticas de ações afirmativas no Sisu. Todas as universidades federais, institutos federais de educação, ciência e tecnologia e centros federais de educação tecnológica participantes do Sisu terão vagas reservadas para estudantes que cursaram o ensino médio em escolas públicas.


Dessa forma, durante as duas chamadas do Sisu, o candidato que optar por uma determinada modalidade de concorrência estará concorrendo apenas com os candidatos que tenham feito essa mesma opção. O sistema selecionará, dentre eles, os que tiveram as melhores notas no Enem de 2012.


O sistema também faculta às instituições distribuir bônus como forma de ação afirmativa. A instituição atribui uma “pontuação extra” (bônus), a ser acrescida à nota obtida no Enem pelo candidato. Nesses casos, o candidato beneficiado concorre com todos os demais inscritos em ampla concorrência.

 

Fonte: Valor Econômico, 28/12/12

 


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Escola deve construir cultura da diversidade, diz ministro

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, destacou nesta segunda-feira, 17, o papel da escola no combate ao preconceito e como espaço de promoção da cultura de paz e respeito ao próximo. Ele participou, com a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, da entrega do Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos, terceira edição.
“Somos um país marcado pela pluralidade”, disse Mercadante. “Nossa constituição histórica se deu por múltiplas vertentes. Quando a identidade é construída com a exclusão do outro, ela é a raiz da violência.”
De acordo com o ministro, a escola deve combater essa visão. “Precisa construir uma cultura de respeito à diversidade, à pluralidade, a todas as formas e dimensões de ouvir, conhecer, ter interesse pelo que o outro traz em sua bagagem e em sua história”, salientou.
 Dos mais de 200 trabalhos inscritos, foram selecionados nove vencedores, em quatro categorias, além de uma menção honrosa. Um deles foi o de Antônio Marcos Lima de Oliveira, que ganhou o primeiro lugar na categoria voltada para desenvolvimento de projetos de direitos humanos nas escolas públicas e particulares do país.
 Professor na escola pública Deputado Joaquim de Figueiredo Correia, no município de Iracema, Ceará, Oliveira desenvolveu o programa de rádio Palavra Jovem: a Voz da Cidadania. Com duração de 30 minutos, o programa, produzido pelos alunos com ajuda dos professores, vai ao ar todas as terças-feiras. Nele são debatidos temas como alcoolismo, exploração sexual, trabalho infantil e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, entre outros.
“Em algumas cidades do interior brasileiro, não há jornal local, nem televisão, nem universidade para fazer o trabalho de extensão”, observou o professor. “Cabe muitas vezes às escolas fazer esse papel, trabalhar com os alunos e suas famílias.”
 Valores — A premiação é considerada importante mecanismo de fortalecimento de práticas educacionais que promovam a construção de uma cultura universal dos direitos humanos. Ela foi concebida como bienal para permitir, entre uma edição e outra, a troca de experiências e a reflexão sobre os projetos premiados. Uma forma de contribuir para a consolidação de uma sociedade que afirme valores como liberdade, justiça, igualdade, solidariedade, tolerância e paz.
 O prêmio distingue projetos de instituições educacionais e órgãos gestores da educação nos estados e municípios. Podem participar instituições públicas e particulares de educação básica e superior, secretarias estaduais e municipais de educação e instituições de educação não formal. O projeto também pode ser desenvolvido em parceria com organizações não governamentais, sindicatos, igrejas, agremiações, associações, movimentos sociais, entidades civis, empresas públicas e particulares. Nesta terceira edição, os primeiros colocados foram premiados com R$ 15 mil; os segundos, com R$ 5 mil.
O Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos é uma iniciativa da Organização dos Estados Ibero-americanos para Educação, Ciência e Cultura (OEI), em parceria com o Ministério da Educação e a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, com o patrocínio e a execução da Fundação SM.
Fonte: Ministério da Educação, 17/12/12


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Vestibular ou avaliação? Enem não serve a dois senhores

MEC estuda atribuir à prova a dupla missão, mas educadores alertam: é praticamente impossível que exame atenda a objetivos tão distintos.
Nascido em 1998 como ferramenta de avaliação do desempenho dos alunos do ensino médio, o Enem foi transformado em vestibular das universidades federais em 2009, papel mantido até hoje. Está em estudo no Ministério da Educação uma proposta que pretende atribuir à prova as duas missões. A ideia é substituir a Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb), que apura o desempenho do ciclo médio, pelo resultado obtido pelos estudantes no Enem para efeito do cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) – indicador da qualidade do ensino nacional. A função de selecionar candidatos para universidades seguiria intacta. Educadores ouvidos pelo site de VEJA, contudo, fazem um alerta: é praticamente impossível que a mesma prova atenda a dois objetivos tão distintos. "O Enem não pode ser tudo. Não há qualquer experiência internacional nesse sentido", diz Maria Helena Guimarães, presidente da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e que, entre 1995 e 2002, presidiu o Inep, autarquia do MEC responsável pelo Enem.
Segundo os especialistas, a impossibilidade de o Enem cumprir simultaneamente e com louvor ambas as funções decorre da natureza distinta das duas provas: as que avaliam a qualidade do ensino e as que selecionam alunos. A primeira busca produzir um diagnóstico a partir do conhecimento de estudantes, escolas ou mesmo de uma rede de educação; a segunda pretende hierarquizar candidatos segundo seu desempenho e, assim, apontar os melhores para uma universidade, por exemplo. Com naturezas tão distintas, as duas provas só poderiam mesmo abordar a grade curricular de maneira diversa. A prova de avaliação tende a explorar todos os conteúdos que os estudantes viram no ciclo escolar, visando aferir o que aprenderam de cada matéria. Já a prova de seleção elege os tópicos segundo seu interesse: seu objetivo não é avaliar o universo de alunos, mas revelar competências e apontar quem são os melhores candidatos. "No exame de seleção você avalia bem os melhores alunos, mas não os demais", resume Ruben Klein, especialista em estatística e consultor da Fundação Cesgranrio.
Fonte: Veja, 16/12/12


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Veja momentos marcantes do Enem

Enem teve parto no local de provas e acidente que atrasou mais de 150. G1 listou os episódios mais curiosos do exame do MEC.
Mais de 4,1 milhões de pessoas fizeram neste fim de semana, em 1.615 municípios, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), na maior edição já realizada da prova do Ministério da Educação. No sábado (3) e no domingo (4), elas passaram por uma maratona de 180 questões sobre ciências humanas, ciências da natureza, linguagens e matemática que somam uma pontuação máxima de 1.000.
Além disso, precisaram redigir um texto dissertativo, também valendo nota 1.000. Um exame de dois dias com tantos candidatos --o Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirma que ele é o "segundo maior concurso do planeta"--, não acontece sem imprevistos. Veja os momentos mais marcantes do Enem 2012:

Entrou candidata, saiu mãe
Pâmela de Oliveira Lescano, de 17 anos, entrou em uma escola pública rural de Sidrolândia, a 70 km de Campo Grande (MS), na manhã do domingo (4) para fazer o segundo dia de provas do Enem. Até então, a única dúvida da candidata era o que fazer com a nota do exame, já que ela ainda não decidiu se quer estudar veterinária ou jornalismo.
Porém, antes de entrar em sala para prestar o exame, ela começou a sentir fortes dores e pediu para ir ao banheiro. Lá, instintivamente começou a fazer força até que sentiu a cabeça do bebê. A estudante gritou por socorro e logo foi atendida por uma técnica de enfermagem, que a auxiliou. Minutos depois chegou a ambulância do Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu), que levou mãe e filho para o hospital da cidade. "Foi um grande susto para mim, porque sempre tive a menstruação desregulada e tomava injeções de anticoncepcional", disse.
À tarde, a jovem recebeu uma ligação do ministro Aloizio Mercadante e a garantia de que poderá refazer o Enem nos dias 4 e 5 de dezembro, data em que a prova será aplicada para candidatos em presídios e instituições socioeducativas. O bebê nasceu sadio, com 3,05 quilos, e recebeu o nome de Everton.
Fotos em redes sociais elimina 65
Segundo o MEC, 65 candidatos de vários estados que chegaram na hora para o Enem com o documento com foto e uma caneta esferográfica preta foram eliminados porque, depois de receberem o material da prova --e, portanto, após o início dela--, usaram seus smartphones para compartilhar nas redes sociais fotos tiradas dentro da sala de aula, inclusive expondo o cartão-resposta.
No sábado, 37 participantes foram rastreados pela internet e retirados da prova pelo descumprimento do item 12.5 do edital. Apesar disso, no domingo outras 28 pessoas foram excluídas da prova e serão eliminadas do certame. Em 2011, o MEC afirmou que 11 pessoas foram eliminadas nos dois dias da prova por publicarem atualizações em seus perfis no Twitter após as 13h. Para a psicóloga Ana Cássia Maturano, as regras do Enem fazem parte da seleção natural dos candidatos, e alguns deles, depois de passaram o ano se preparando, na hora H puseram tudo a perder.

Tentativas de fraudes
Uma estudante foi desclassificada do Enem em Sorocaba (SP) por trocar mensagens de celular com a mãe. Durante mais de uma hora, ela passou o endereço de internet citado em uma questão de português, perguntou o que significa mediana, em matemática, e pediu que a mãe fizesse a redação para ela. A mãe, que nega tê-la ajudado, foi ao local de provas alertar os aplicadores do exame e a filha foi retirada da sala. “Como sei que ela é treineira, não ia fazer diferença se eu ajudasse ou não", disse a mãe.
O MEC ainda registrou uma prisão em flagrante de um homem que fazia a prova do Enem para o amigo. O fato aconteceu no sábado, em Chapada dos Guimarães (MT). O suspeito, de 37 anos, foi flagrado pela Polícia Militar com um documento de identidade falso e em nome de outra pessoa. Segundo a polícia, essa é a terceira vez que ele é flagrado fazendo provas em concurso público em nome de outra pessoa.

Acidente faz 150 perderem prova
Uma colisão entre três veículos provocou um longo engarrafamento na Avenida Engenheiro Roberto Freire, Zona Sul de Natal (RN), duas horas antes do início da aplicação das provas do primeiro dia do Enem. Estudantes que seguiam em direção a três pontos de prova ao longo da avenida tiveram que descer dos ônibus e automóveis e seguir correndo para seus respectivos locais de provas. Muitos deles, porém, não conseguiram chegar a tempo. Em um local, pelo menos 150 candidatos encontraram o portão já fechado.
"Meus amigos e eu saímos correndo, para não perder a prova. Mas não deu tempo. É frustrante", afirmou Washington Bezerra, de 25 anos, que planejava concorrer a uma vaga em medicina pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Indignados, os estudantes saíram em passeata e fecharam um dos trechos da avenida. Eles estudavam pedir na Justiça o cancelamento do exame em Natal. O MEC poderá analisar o caso.
Outros casos de candidatos que saíram cedo de casa, mas perderam a prova por causa da quebra de ônibus e acidentes de trânsito também foram registrados em Brasília (DF), Bom Retiro do Sul (RS), Aracaju (SE),

Portões fechados
Imprevistos cometidos por terceiros acabaram estragando o Enem de muitos candidatos. Alguns, porém, só tiveram a si mesmos para culpar. Nos dois dias de prova, os portões recém-fechados foram palco de choro, lamentos e reclamações em todo o Brasil. Uma das candidatas atrasadas foi a filha de 16 anos de Simara dos Santos. A garota teria que fazer a prova em Salvador (BA), mas a família chegou tarde demais. Simara explicou que o atraso foi provocado por falta de atenção quando elas estavam na igreja. "Fomos fazer uma oração, e eu perdi a hora", disse.
Em Vilhena (RO), o sonho de Carolina Weiber --ingressar no curso de engenharia de produção agroindustrial-- foi adiado por mais de um ano porque o pai, que a levaria ao local de prova, preferiu assistir à corrida de Fórmula 1 até o fim. O estudante Rodrigo Costa chegou minutos depois do portão fechar, em Santos (SP). Ele afirma que queria fazer o exame para deixar de pagar a faculdade, mas preferiu ir a uma festa no sábado. "Saí ontem e acordei tarde. Aí o ônibus também demorou e eu calculei errado", explicou. Um casal de irmãos que decidiu parar no caminho para comprar uma bebida antes da prova acabou ficando de fora em Florianópolis (SC). Veja mais histórias de quem se atrasou para o Enem.

Mais velhos encaram 'maratona'
Finalmente conquistar uma vaga no ensino superior --ou tirar a certificação de conclusão do ensino médio--, para mudar de emprego, começar uma nova carreira ou entrar no mercado de trabalho pela primeira vez. São esses os principais motivos indicados pelos candidatos que, à frente dos locais de prova, eram frequentemente confundidos com pais e até avós dos jovens que chegavam para fazer o Enem. O MEC afirmou que mais de 800 mil inscritos na prova deste ano têm mais de 30 anos.
Olga Cezimbra, de 73 anos, fez o Enem 2011 para conseguir um documento de comprovação de conclusão do ensino médio, já que perdeu o diploma do magistério há 20 anos, quando se mudou do sul do Brasil para o Pará. Dessa vez, ela pretende usar a nota do Enem para cursar direito.
"Eu amo escrever. Escrever é a minha vida”, diz a faxineira e poetisa Maria das Dores de Souza Costa, de 63 anos, de Alfenas (MG), que decidiu fazer o Enem para estudar letras. "Não quero ser Ana mulher de não sei quem, mãe de não sei quem, quero trabalhar. Agora que meus filhos estão grandes, é a minha vez", afirmou a dona de casa Ana Virgínia, 42 anos, de Salvador (BA). Conheça ainda as histórias de Augusto Roberto Cocina, de Piracidaba (SP), Olga Cezimbra, de Soure (PA) e Wilson Aguiar, de Fortaleza (CE).
Atendimento específico
Rubens de Cássio Reis Marques, de 15 anos, mora em Careaçu (MG), mas fez o Enem em um hospital em Campinas (SP). Como ele faz tratamento para combater um tumor na costela há dez meses e, por isso, parou de frequentar a escola, o MEC permitiu que o jovem fizesse a prova na classe hospitalar em que tem aulas. Mesmo assim, ele foi acompanhado de fiscais e seguiu as mesmas regras dos demais.
O edital do Enem previa atendimento específico para deficientes. É o caso de Laura Roncatto, de 17 anos, que fez a prova em Vilhena (RO). Deficiente visual congênita, Laura fez a prova em uma sala separada dos demais candidatos. Suas questões estavam em braile e ela teve ajuda de uma ledora e um transcritor das respostas. O mesmo atendimento foi dado à massoterapeuta Fátima Maria Barreto, de 58 anos, que é deficiente visual e fez a prova em São Paulo, para tentar uma vaga no curso de jornalismo.
Michelly Maia teve paralisia cerebral na infância e hoje, aos 20 anos, necessita de andador e cadeira de rodas para se locomover. Por isso, a mãe dela requisitou ao MEC uma mesa especial e uma sala de fácil acesso. Ela também teve uma hora a mais para fazer o exame nos dois dias.


Fonte: G1: 05/11/12


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